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Assim que ligo o 210 ao PC, passo a ter uma nova drive sob o “Meu computador”, tal como se fosse uma pendrive.
Vamos chamar-lhe “M:” (de Magellan) – ver aqui como fazer para que o Magellan tenha sempre a mesma letra atribuida de cada vez que o ligamos ao PC.
Dentro de M: há várias pastas, e uma delas é “geocaches”. É para lá que vamos mandar as caches.
No GSAK, filtrar as caches que queremos mandar para o GPS [No exemplo: todas as caches, que estejam activas, e que ainda não encontrei, 100 kms em redor de Faro]
Depois vamos a File / Export / Magellan Explorist and SD card
Na janela que se abriu (ver imagem abaixo), procurar o local onde queremos guardar as caches, carregando na pasta à direita no rectângulo vermelho.
Carregar no botão “generate” e já está.
O GSAK vai lembrar-se das definições na próxima vez que fizermos outra exportação, mas também podemos guardar estas definições para usar mais tarde, usando “SAVE”

Reparem que neste filtro que estou a usar, o resultado mostra-me 116 caches, mas na verdade dá um total de 173 pontos – ou seja, geocaches + waypoints adicionais. Neste caso caberiam num ficheiro de caches do 210, que só aceita 200 pontos.
Em contrapartida, podemos ter vários ficheiros com 200 caches.
Também existe esta macro para o GSAK que cria vários ficheiros para o Explorist com 200 caches, ordenadas por distância em relação a um dado ponto central definido pelo utilizador.


