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Este artigo é um teste ao editor de blogs Zoundry Raven (versão portable – raven2go).

Detalhes em http://www.zoundryraven.com/devblog/2008/03/raven2go-first-post-using-portable_19.html

Material necessário: um GPS Magellan da série Explorist, cabo de dados, PC com o programa GSAK, e algumas geocaches já colocadas na base de dados deste.

Assim que ligo o 210 ao PC, passo a ter uma nova drive sob o “Meu computador”, tal como se fosse uma pendrive.
Vamos chamar-lhe “M:” (de Magellan) – ver aqui como fazer para que o Magellan tenha sempre a mesma letra atribuida de cada vez que o ligamos ao PC.

Dentro de M: há várias pastas, e uma delas é “geocaches”. É para lá que vamos mandar as caches.

No GSAK, filtrar as caches que queremos mandar para o GPS [No exemplo: todas as caches, que estejam activas, e que ainda não encontrei, 100 kms em redor de Faro]

Depois vamos a File / Export / Magellan Explorist and SD card

Na janela que se abriu (ver imagem abaixo), procurar o local onde queremos guardar as caches, carregando na pasta à direita no rectângulo vermelho.
Carregar no botão “generate” e já está.
O GSAK vai lembrar-se das definições na próxima vez que fizermos outra exportação, mas também podemos guardar estas definições para usar mais tarde, usando “SAVE”

Reparem que neste filtro que estou a usar, o resultado mostra-me 116 caches, mas na verdade dá um total de 173 pontos – ou seja, geocaches + waypoints adicionais. Neste caso caberiam num ficheiro de caches do 210, que só aceita 200 pontos.
Em contrapartida, podemos ter vários ficheiros com 200 caches.
Também existe esta macro para o GSAK que cria vários ficheiros para o Explorist com 200 caches, ordenadas por distância em relação a um dado ponto central definido pelo utilizador.

Desde que actualizei o Firefox para a versão 3.5 que estava com problemas no Sage, por não ser compativel com esta actualização do browser.

Afinal, existe uma nova versão Beta deste leitor de Feeds RSS, disponível nos Add-Ons da Mozilla. Na página respectiva, procurar o link “view older versions“, ao fundo da página, e depois marcar a opção “Let me install this experimental add-on”.

O meu sobrinho recebeu um iPod novo e “dispensou-me” o seu muito gasto e velhinho 4Gb.
Depois de instalar o iTunes no PC e tentar trabalhar com o programa durante uns dias, acabei por inclui-lo na minha lista de software pouco user friendly (ok, prometo um dia destes dar-lhe segunda oportunidade).

Isso levou-me a pesquisar por alternativas ao iTunes. Foi assim que descobri o Sharepod.

Trata-se de um software relativamente pequeno (não ocupa mais de 3Mb depois de descompactado), que pode correr a partir do computador ou de dentro do iPod. O site deste software tem as dicas necessárias à configuração do iPod, e também um fórum onde são tratadas algumas dúvidas mais específicas.
O Sharepod em um aspecto gráfico apelativo e um uso bastante intuitivo. Permite gerir listas de canções, transferir músicas entre PC e iPod e vice-versa, por pastas ou por drag’n’drop, fazer cópias de segurança, e muito mais.

Além deste, instalei no iPod o mypodder, de que já aqui falei. Facilmente tenho actualizados os meus podcasts preferidos.

Tem apenas um pequeno senão, quando algumas fontes dos podcasts não classificam correctamente os mp3 com o “género musical” podcast, e portanto o iPod não os classifica como tal.
A solução é simples: no sharepod procuro as faixas em causa e arrasto-as para cima da lista de reprodução “podcast” (que aliás é instalada por defeito com o sharepod).

O Sharepod está instalado na raiz do iPod, enquanto o mypodder está numa pasta com o mesmo nome.

Posted via email from alieri’s posterous

Será que ainda está a funcionar?

Descobri a partir deste blog [ www.gersondiesel.com.br/2009/02/10/post-via-e-mail-no-wordpresscom-a-solucao
] um truque que poupa bastante tempo e dor de cabeça a quem tenha um blog ou mesmo vários blogues alojados em diferentes serviços.

Eis um resumo em inglês do que podemos esperar do ” Posterous ” [http://posterous.com/ ]
 
“Posterous is a very simple blogging site that you can post to by using email or sms.
 
You can link your account to Twitter, Flickr, Tumblr, Blogger, WordPress and a number of other platforms.
 
Once you have set up your account, you can add the services that you want to link to, and they will be updated each time you post to Posterous.
 
You can send any type of file you like, including .doc and pdf, as well as different image and video files.
 
Links from Youtube and other video sites are automatically embedded.”
 
Estas cinco linhas foram copiadas daqui [ http://www.sucomments.com/2008/08/14/standing-out-from-the-crowd-with-posterous ]
 

Do blog do Gerson copio as seguintes instruções para por o Posterous a funcionar:
 
“Basta seguir estes passos:
 
Acessar o site http://posterous.com e registrar-se (link Get your own)
Clicar em Autopost to Everywhere (bloco na direita).
Clicar em Add a Service.
Clicar na aba dos blogs (More Blogs)
Digitar o endereço do blog, o usuário e a senha do administrador do blog e salvar.
 
Perfeito! agora é só enviar e-mails para blog@posterous.com, a partir do endereço de e-mail cadastrado que o serviço identificará o remetente e publicará automaticamente no seu blog!
 
É possível também cadastrar outros endereços de e-mail para publicar no seu blog, e estes deverão enviar e-mails para o endereço blog@.posterous.com.
Para cadastrar outros endereços de e-mail que poderão publicar no blog, deve-se ir em Manage -> Edit Settings -> Contributors e cadastrar os e-mails.”

Posted via email from alieri’s posterous

Mais uma macro interessante – muito interessante – myGoogleEarth Export, enhanced Google Earth – Advanced Export
Exporta o filtro que tenham activo no GSAK para o Google Earth.
Permite ver as caches com icon por tipo (trad/multi, etc), os waipoints das multis, ver as cordenadas iniciais ou corrected cordinates, etc

O resultado seria algo como isto (zona de Portalegre -Marvão), filtro activo para caches not found por mim naquela área, mostrando smart name da cache e waypoints adicionais

Para completar as dicas anteriores, deixo a indicação de outra macro para o GSAK, que apresenta um Google Map com as caches que filtrarmos: myGMEv3 – GSAK Google Maps Export  Macro

Tem a opção de mostrar uma lista das caches à direita com números, o que permite localizar a cache no mapa.
Também permite imprimir uma lista das caches.

Já vi malta que usa o HTML do mapa para apresentar os founds no seu perfil.

Podemos guardar e/ou imprimir a imagem.

Uns amigos perguntaram-me se havia alguma forma fácil de fazer e imprimir listas básicas das caches que queremos procurar.

Algo que fosse mais simples do que ver as caches uma a uma e fazer copy-paste para um ficheiro (word ou excel) das coordenadas, tipo de cache, dicas, etc.

Pretendiam apenas uma lista simples, com a informação mais básica e fácil de consultar. É o que vou tentar explicar, sabendo no entanto que há diversas outras soluções, eventualmente mais simples.
Não obstante, ao tentar implementar esta solução irão porventura descobrir outras formas de imprimir informação mais detalhada, (descrição incluída), o que será melhor no caso das multis.

A solução que apresento a seguir é configurável ao gosto de cada um, e se seguirem os passos irão ver isso.
Tem ainda a vantagem de podermos guardar as definições e assim será fácil re-utilizar, antes da próxima “geo-escapadinha” de fim de semana.

Cá vai disto:

1. DEFINIR VISTAS

Abram o GSAK e vão a [i]view > add/delete colums[/i] , tal como na imagem seguinte :

Na janela que aparece marquem os campos que pretendem ter na vossa listagem. Neste exemplo marquei apenas as opções Code, Type, Waypoint Name, Container, Dificuldade, Terreno e ainda “User sort”, que está quase no final da lista de opções.

Depois de fazer OK regressam à lista de caches do GSAK. Agora podem colocar as colunas pela ordem que acharem melhor para a vossa listagem. Para isso carreguem no nome da coluna e arrastem-na para a posição desejada (ver imagem seguinte).

Depois de ordenar as colunas, é altura de gravar esta nova “vista”.
Para isso, basta ir a View > Save Current view (a marca vermelha na primeira imagem) e dar um nome sugestivo, como “grelha imprimir”, que usei neste exemplo.
Esta nova vista ficará depois disponível na lista “views”, e também via View / Select a View.
Não esquecer que se alterarem a vossa view devem fazer sempre View > Save Current view para poder usar mais tarde.

[ Passada esta fase, faríamos um filtro que nos mostrasse as caches que pretendemos procurar em determinada zona. Será tema para outro post. ]

2. ORDENAR AS CACHES

Como antes de sair para uma “cachada” procuramos nos mapas ou no GoogleEarth a localização das caches para programar a nossa rota, vamos agora ver como colocar as caches na listagem pela ordem em que as pretendemos procurar.

Assim, na coluna “User sort” vamos fazer duplo-click no campo respectivo de cada cache (ver imagem seguinte) e escrever o número de ordem que vai ter na cachada.
Recomendo numerar de 10 em 10, para ser mais fácil introduzir caches no meio das já programadas, caso seja preciso, sem ter que renumerar todas.

Em alternativa, depois de numerar a 1.ª cache, façam duplo clique sobre a que será a 2.ª, depois o mesmo na 3.ª e por aí fora, e o GSAK atribui-lhes um número sequencial automaticamente.
Quanto estiverem todas numeradas, basta clicar no nome da coluna para as caches ficarem ordenadas de acordo com o nosso “plano de ataque”.

3. IMPRIMIR A LISTAGEM

Esta é a parte mais fácil. Para criar a listagem mais simples, basta ir a File > Print

Na zona marcada a vermelho optei por meter a special tag “%hint”, o que vai adicionar à listagem uma coluna extra com a dica já decifrada. Outras smart tags podem ser usadas e até combinadas.

Agora, se mandar imprimir obtenho algo como isto:

Dicas:
como podem ver na penúltima imagem, ao mandar imprimir tenho a opção ‘select view’.
Portanto, a partir do momento que tenha criado a view – no nosso exemplo chamada “grelha imprimir” – posso usar constantemente qualquer outra view, filtrar as caches, etc, etc, e apenas no momento de imprimir escolher a view mais adequada “ao papel”.
Por exemplo, dá-me jeito ter uma coluna “User flag” para facilitar a escolha/filtragem das caches. Mas não tenho interesse que essa coluna apareça na impressão.

Outra dica, ao mandar imprimir, tenho a opção “preview“, a qual abre uma janela do browser com a listagem. Penso que a partir daí é possível copiar para outros ficheiros (Excel?) e assim editar a tabela. Também se pode guardar essa página no PDA🙂 Paperless…

Acrescentei algumas notas a este post.

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